o destino do homem

O destino do homem como se assemelha ao vento
A alma do homem que se assemelha à água
Por que tanto tormento, tanta aflição?
Morrer é só não ser visto
É preciso abraçar a volúpia
Fartar-se de prazeres
Não ter medo da morte

Goethe

Lançado em 18/08/2008

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