outras pérolas

Porque o ódio não me pertence, eu não odeio.
Crivo-me de ternura.
 
Evoco o meu destino.
Sagradas catedrais, protejam-me.
 
Doce ainda é o meu coração ajoelhado.
Doce ainda é a minha alma golpeada.
 
A juventude se despede
e outras pérolas aproximam-se.
 
Sábias, com esmero.
 
Metade flor. Metade espelho. 
 
Marize Castro – poeta potiguar

Lançado em 25/08/2008

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