côncavo

Tem quem viva mesmo morto
Há porém quem viva lúgubre

Tem quem ande mesmo torto
Há também quem cresça ínfimo

Pois se há quem vença sem conforto
Também tem quem nasça póstumo

E embora encontrem mesmo porto
quase não há quem mude o hábito

Fábio Sexugi

Publicado em 09/10/09

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