ó poetas,

Reinventai o sabão semiótico, o xampu semiológico
Para lavar de uma vez por todas esse giz tatibidático,
E esse verniz profano e cético do louculírico discurso.
Ó rosas horrorosas do vernáculo! Fujam para o reflexo
Para o métrico do quadrado onde está tudo
Quase claro e estúrdio!
E convoquem um maciste filológico
Para transportar ao sanatório dos lógicos
os teus assépticos distúrbios.
E verbai a textura da fome, a arquitetura do não
Porque muito byte para pouco insight
os males do Brazil são…

Antonio Barreto

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