logos

De todo se ha aprendido la medida.

Um poquito y no más. No demasiado.

No nada: lo medido
lo suficiente
el necesario y breve plazer. La necesaria
justa alegria. No la devorante
alegria de ser, sino la tênue
alegria de estar así o de outra
manera: “lo agradable”.

El necesario
justo dolor.

La justa indignación – no demasiada –
y uma tristeza desteñida
– chirle –
para que se humedezca
(sín empapar: cuidado!)
la trama de los dias.

Circe Maia

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