azul

Ei-lo, à beira mar, o azul.
Lápis-lazuli que fosse, à flor da terra
e da água.

A mãos pródigas,
dá-se à pura força,
às últimas formas de tingir.

Voz em riste, canta
a todo o pano, à saciedade.
A praia é sua de palmo a palmo e,

de moto próprio, estende-se – fio
de prumo onde o sol se equilibra
de fio a fio.

Eucanaã Ferraz

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